sexta-feira, 19 de abril de 2013

Professora Arlete Terezinha Pizão



Professora Arlete Terezinha Pizão
Patrona da Escola


Nasceu a 10 de agosto de 1931 na cidade de Campinas. Filha de família ilustre e tradicional da “TERRA DAS ANDORINHAS”, era filha de argentino - Pizão (falecido), de Carolina Nizzi Pizão. Eram seus irmãos - Izaltino, Darci, Profª Maria Aparecida Pizão de Moraes Cumaru ( figura ilustre  do magistério paulista, deixou seu nome gravado em letras maiúsculas, pelo muito que fez em prol da Educação), Olberes e Cornélia.
            Seus primeiros estudos foram feitos no Instituto de Educação Estadual “CARLOS GOMES” até formar-se PROFESSORA.
            Diplomou-se depois em Pedagogia e Orientação educacional pela Universidade Católica, em Campinas.
            Iniciou sua vida no Magistério em Mogi das Cruzes, no Instituto de Educação “Washington Luiz” e também Colégio “Braz Cubas”, hoje Universidade.
            De Mogi passou para a cidade de Suzano, onde lecionou no Liceu “Santo Antonio”, vindo depois para São Paulo - Colégio “Campos Sales”, hoje Faculdade com o mesmo nome.
            Professora sempre querida por todos os alunos, tanto que era sempre a escolhida como paraninfa dos formandos.
            Detentora de inúmeras medalhas e certificados. De suas obras podemos destacar: “O Estudo Dirigido”, “Planejamento Didático dos Objetivos à Avaliação, “estudo Dirigido de Técnicas Comerciais” e “introdução às Técnicas Comerciais”.
            De suas obras, temos de ARLETE, algo onde ela mostra o seu lado humano, onde diz: - “pelo menos em algum momento, o indivíduo deve ser ouvido como pessoa e não como meio executor de ordens. A autoridade não deve degenerar em coação ou supressão da liberdade, porque a hierarquia e a autoridade são processos de organização que não incluem dominação”. Certa vez dirigindo-se ao Corpo Docente de sua Escola, Arlete disse algo que muito marcou a sua passagem no magistério:- “Escola Renovada põe em segundo plano a aula expositiva e tradicional e dá especial atenção ao trabalho ativo do aluno, individual e sociabilizado”.
            ARLETE buscava através da técnica da dramatização, do psicodrama e do sociodrama, algo sublime em Educação e muito conseguiu.
Não seria demais encerrar estes dados biográficos de ARLETE com duas orações que marcaram já outras ocasiões:

“ARLETINHA, VIVEU, MAS SOBRETUDO SOUBE MORRER”.
Dr. José Aristodemo Pinotti

“ELA FOI LUZ, HOJE É CAMINHO.
Dr. Francisco Amaral
 


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